Boa notícia

Boa notícia
aumenta a população do tigre siberiano. Link aqui

Pura emoção

Pura emoção
Cãozinho acompanha seu dono até o final. Link aqui

Haja fidelidade!

Haja fidelidade!
Cão viajou 800 km para ver o seu dono. Link aqui

Ouça a RDA, você vai amar!

Ouça a RDA, você vai amar!
Mata Ciliar acolhe filhotes vítimas de maus tratos. Link para o site oficial da RDA

A INFOANIMAL DESENVOLVE A CAMPANHA QUARTA SEM FEIJOADA

25/09/14


Porcos são muito inteligentes, mais inteligentes do que cães. No entanto, operações industriais confinam esses animais de forma que eles não podem sequer se mover, e mutilam partes de seus corpos sem anestesia. O consumo de feijoada é um dos fatores que mais impulsiona essa indústria cruel no Brasil.

A Infoanimal está desenvolvendo a campanha Quarta sem Feijoada com o intuito de usar as quartas-feiras, dia simbólico da semana quando muitos brasileiros comemoram a 'tradição' de comer feijoada, para alertar as pessoas sobre o cruel processo de produção da carne suína e oferecer alternativas para que as pessoas deixem de comer feijoada e os demais produtos suínos. Nosso intuito é atrair um grande número de organizações e ativistas para ajudar-nos a espalhar essa mensagem nas redes sociais. Siga-nos no Facebook para fazer parte dessa iniciativa.

Os porcos

A inteligência dos porcos é superior à de crianças de três anos de idade. Esses animais têm habilidades cognitivas superiores às dos cães e similares às de grandes primatas, golfinhos e elefantes. Porcos são um dos animais mais inteligentes que habitam nosso planeta. Eles são capazes de jogar videogames e quando estão em santuários gostam de brincar, escutar música e receber massagens.

A vida dos porcos em granjas industriais
No Brasil, a grande maioria da carne suína vendida em supermercados, açougues e restaurantes vem de granjas industriais. Em instalações industriais, a vida dos porcos é absolutamente miserável.

As porcas mães, usadas para parir leitões de engorda, passam praticamente suas vidas inteiras dentro de celas de metal onde elas não podem sequer se mover. Essas celas, amplamente usadas no Brasil, são chamadas de celas de gestação e celas de parição.

As celas de parição são tão cruéis que já foram proibidas em países como o Reino Unido e a Suécia. O uso contínuo de celas de gestação já foi proibido em mais de 30 países. Quando confinadas em celas, as porcas são impossibilitadas de realizarem seus comportamentos naturais - como caminhar, fuçar, socializar-se com outros animais, tomar banhos de lama e construir ninhos - e sofrem de distúrbios psicológicos graves. 

Porcas grávidas descansam nos ninhos confortáveis que constroem, mas em granjas industriais elas são forçadas a deitar em piso de concreto, sem nenhum material para dar-lhes conforto, e são forçadas a conviver em contato direto e constante com suas fezes e urina. A impossibilidade de movimentação leva muitas dessas porcas a ter problemas de locomoção graves como manqueiras e paralisias nos pés e pernas. 

Porcas mães - também chamadas de porcas reprodutoras ou matrizes suínas - vivem cerca de quatro anos nessas condições deploráveis, e quando não são mais tão produtivas, elas são enviadas para o abate. 

Mutilações sem anestesia

A vida dos leitões, paridos pelas porcas mães e destinados ao regime de engorda, também é desumana. Os leitões são retirados de suas mães quando eles têm menos de um mês de vida. Na natureza, eles ficam com suas mães por vários meses. 

Os leitões machos são castrados sem nenhum tipo de anestesia, para evitar o odor forte de hormônios masculinos na carne. Tanto as fêmeas como os machos têm suas caudas cortadas e seus dentes cortados ou lixados, também sem anestesia.

Depois, eles são confinados em baias superlotadas, onde mal podem se exercitar ou realizar seus comportamentos naturais. É devido a essas condições superlotadas que as caudas são cortadas, pois o estresse do confinamento leva ao canibalismo: os porcos ficam frustrados e mordem as caudas e as orelhas dos companheiros de baia. Os dentes são cortados porque as porcas mães têm mais ninhadas do que o natural e, ao mamar, os dentes dos leitões podem ferir suas tetas.


Embora esses procedimentos sejam claramente dolorosos e cruéis, eles são considerados normais pela indústria suína e também ensinados em faculdades de zootecnia e veterinária, sem questionamentos. Vídeos estão disponíveis, mostrando claramente que a castraçãocorte de dentes e corte de caudas é uma prática considerada normal, embora os leitões gritem de dor durante os procedimentos. (Infoanimal)


DIA DAS MÃES, PONTO

07/05/14

Filhote (Foto: Reprodução)
Se o Dia das Mães - aquela mesa arrumada, todos com fome - serve para comemorar a ligação afetiva entre fêmeas e seus filhotes, é porque se reconhece esta união mesmo após o rompimento do cordão umbilical. No entanto, os animais que são vistos por muitos justamente como seres ‘instintivos, ponto’, não recebem esse benefício do reconhecimento de uma afinidade maior e muitas vezes longa entre mãe e filho. Pela lupa míope do especismo, a mãe humana é sagrada – inclusive com desdobramentos religiosos – e recheada de virtudes, cabendo aos adoradores manter a escravidão e morte de mães não humanas que, por azar, foram elencadas como ‘de serventia’.

Por Marcio de Almeida Bueno

Então a compreensão se divide em duas, sendo correto pensar que comparar mãe e filho com porca e porquinho é ofender a humana. Vaca, cadela, galinha, porca, égua, macaca – comumente usados no linguajar chulo para rebaixar a mulher, e se aplicado à mãe de alguém pode redundar em briga ou processo por danos morais, tão em voga atualmente.

Mas o cuidado é o mesmo, o sentimento, a dor pela separação, o terror da morte, a defesa incondicional. E não, não vou arrolar casos de mães que jogam bebês na lata de lixo, que silenciam e não percebem o abuso dos filhos por padrasto etc. – porque o objetivo aqui, senhores chatos veganofóbicos, não é diminuir ninguém. Isto já é feito há milênios pela humanidade tola e tosca, colocando os animais lá embaixo, os Morlocks que Deus-alguma-coisa enviou para servir os que são iguais a si – o que abre dúvidas em relação à empatia para com o sofrimento alheio. Mas esta é outra conversa.

A ideia é equiparar aqueles que, sencientes, percebem no filhote um semelhante que, por enquanto, necessita da proteção, alimentação vital e olho atento, enquanto a idade adulta não chega. Há diferenças, claro, como em tudo que existe, e diferença nunca foi motivo suficiente para se aceitar a submissão e o ‘poder fazer à vontade’.


Prova é que foram caindo, um a um, os alicerces do preconceito contra estrangeiros, negros, mulheres, crianças, infiéis, indígenas, homossexuais, portadores de deficiência mental. Todos eles diferentes, na aparência, do “macho adulto branco sempre no comando” – Caetano Veloso – que, vejam só, cunhava nas tábuas da verdade as leis ditadas pela divindade, compulsória para todos, e obviamente dura lex para quem estivesse abaixo do legislador.

Hoje são os animais não humanos, que nada podem fazer contra as leis que regulam, autorizam, normatizam sua exploração, sua criação, abate, testes científicos, ‘lazer’ cultural/tradicional, puxar-lhe leite, puxar-lhe ovos, esfolar, capturar com anzol ou sufocamento, confinar, manter em jaulas ou gaiolas, vivisseccionar, dar tiros, obrigar a cumprir trabalhos forçados – e o que mais a imaginação humana inventar como capricho, enquanto não é proibido.

Então o Dia das Mães, como outras datas, celebra o egoísmo de uma espécie, que ultraja as demais, e ainda sacraliza as que geram filhotes – desde que seja dentro dos limites da espécie. Fora dela, vaca ou cadela ‘é puta, ponto’.

(Texto de Márcio de Almeida Bueno -Vanguarda Abolicionista)

JAPONESES CRIAM VINHO PARA GATOS

26/02/14

Foto: Reprodução - Voz da Rússia
Já não se deverá procurar companhia para desfrutar uma noite tomando um copo de vinho. Em breve será possível compartilhar com o gato doméstico.

Por Voz da Rússia

Uma empresa japonesa começa a vender vinho para gatos. A denominação do novo produto é "Miau-miau de nova colheita" (Nyan Nyan Nouveau).

Uma garrafa de vinho para felinos domésticos, de 180 ml, vai custar 4 dólares. Os criadores da bebida para gatos assinalam que seu produto é destinado aos mascotes cujos donos querem compartilhar com eles todos os feriados.


Os defensores dos direitos dos animais não têm motivos para se preocupar, visto que o vinho não contém álcool mas sim suco de uva Cabernet, vitaminas e extrato de Nepeta cataria, comumente conhecida como erva-gateira. (Fonte: Voz da Rússia)

CAÇA PREDATÓRIA E TRÁFICO AMEAÇAM MAIS DE 11 MIL ESPÉCIES ANIMAIS, DIZ ONG

24/02/14

Na mira de caçadores de marfim (Foto: Reprodução)
Mais de 11 mil espécies animais estão ameaças em todo o mundo, segundo a “lista vermelha” elaborada pela União Mundial pela Natureza (UICN, na sigla em inglês). O documento, considerado o principal instrumento de medida da biodiversidade, também alerta para os perigos que representam o crescimento da caça ilegal e o tráfico para as espécies animais.

Por: Rádio França Internacional

Das 53.267 espécies de animais vertebrados e invertebrados identificadas pela UICN, 11.212 estão ameaçadas atualmente. A União Mundial pela Natureza, mais antiga e maior rede ecológica do mundo, foi criada em 1948 em Fontainebleau, na França, e tem sua sede atual em Gland, na Suíça.

Segundo a UICN, uma em cada quatro espécies de mamíferos, um em cada oito pássaros e mais de um em cada três anfíbios estão ameaçados de extinção. O tráfico aumenta drasticamente os riscos para algumas espécies recenseadas como os elefantes procurados pelo marfim, os rinocerontes pelos seus chifres, os tubarões pelas suas barbatanas e também o pangolim da China, caçado para fins medicinais.

A Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites) proíbe o comércio de mais de 600 espécies de animais, entre elas, macacos, felinos, elefantes, rinocerontes, tartarugas marinhas assim como uma grande variedade de crocodilos e serpentes.

Adotada no dia 3 de março de 1973 em Washington, e em vigor desde 1975, a Convenção reúne 178 países e impõe um controle rigoroso sobre o comércio de cerca de 4.500 espécies animais.

Caça ilegal bate recordes
A UICN denuncia que a caça ilegal vem batendo recordes. Ela aumentou em 43% em relação aos rinocerontes na África entre 2011 e 2012, segundo a ONG. No entanto, o comércio deste animal está proibido deste1977. Mais de mil rinocerontes foram mortos no ano passado na África do Sul, país que abriga 80% das espécies. A estatística é 77 vezes maior do que em 2007.

Os elefantes, estimados em menos de 500 mil na África atualmente, contra os milhões que existiam na metade do século 20, estão ameaçados duplamente: pela destruição de seu habitat e também pela explosão da caça ilegal, estimulada principalmente pela forte demanda dos países da Ásia e do Oriente Médio.

O comércio mundial de marfim foi proibido em 1989, mas o tráfico dobrou a partir de 2007 e mais que triplicou em 1998, segundo um relatório publicado à margem da Conferência da Cites, em março de 2013.

A Cites decidiu no ano passado regular estritamente o comércio mundial de cinco espécies de tubarões. A ONG Traffic estima o comércio de barbatana em mais de 480 milhões de dólares por ano. A Ásia é o principal acusado pela pesca predatória de tubarões. Cerca de 100 milhões de tubarões são mortos todo ano segundo a FAO. A Organização da ONU para alimentação e agricultura estima que 90% da população de tubarões desapareceu em um século. (Fonte: Rádio França Internacional) 


A BELA HISTÓRIA DE UM CACHORRO DE RUA QUE ESCOLHEU O PRESÉPIO DA PRAÇA PARA PASSAR O NATAL

24/12/13


Esta é uma dessas histórias diferentes das muitas contadas no Jornal Defesa dos Animais e que vale a pena lembrar, pois ocorreu a alguns anos atrás. Mostra a inocência e pureza dos animais numa época tão materialista e de hipocrisia como é o Natal. Ocasião em que as pessoas se cumprimentam, quando deveriam se cumprimentar o ano todo. Em que dão presentes, quando deveriam dar sempre e que se envolvem com tantos símbolos como árvore de Natal, papai Noel e outras coisas enquanto esquecem do aniversariante.

Por Leonardo Bezerra

Um cachorro de rua conseguiu tocar o coração da cidade de Criciúma chamando a atenção de todos que passavam pela praça. Ele simplesmente escolheu o presépio de Natal da praça central da cidade como refúgio contra o frio, a solidão e o abandono que sofre por parte dos seres humanos.



Numa atitude um pouco atrevida para uns mas linda para outros, o cachorrinho simplesmente encontrou um lugar aconchegante junto ao menino Jesus. Na verdade ninguém teve um lugar tão privilegiado para passar o Natal quanto este animalzinho.



Enquanto as pessoas comiam e bebiam, alegravam-se com tão pouco, o cãozinho já tinha tudo. Esse foi o melhor Natal para ele e provavelmente o melhor presente para todos que puderam ver uma cena tão linda.

Nossos objetivos

Seja bem vindo! (a) Faça parte do Jornal Defesa dos Animais

Ajude-nos a melhorar ainda mais preenchendo este formulário

Entrevistas

Os animais são inocentes

Frases do dia

Conheça nossa página de vídeos

Resumo da Declaração Universal dos Direitos dos Animais

A Declaração Universal dos Direitos dos Animais da ONU

01 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.

02 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.

03 - Nenhum animal deve ser maltratado.

04 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.

05 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.

06 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

07 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

08 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra o animais.

09 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender

Material Editado

A maioria do conteúdo dos artigos são de nossa autoria baseados em fontes, entrevistas ou contatos sempre mencionados no final das matérias.

Os materiais de terceiros aqui editados são somente daquelas fontes que autorizam e seguindo o que as mesmas determinam.

Imagens usadas são de bancos de imagens livres ou de fontes que autorizam. Materiais de nossa autoria e de nossos colaboradores podem ser usados livremente por meios em defesa dos animais ou noticiosos sempre mencionando a fonte e autor.

Esta obra está sob uma licença Commons

Creative Commons License
Jornal Defesa dos Animais by Leonardo Bezerra is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.
Based on a work at jornalanimais.blogspot.com.
Permissions beyond the scope of this license may be available at http://jornalanimais.blogspot.com.